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TSE quer saber se especialista em linguagem de libras fez Pix a Bolsonaro

TSE

TSE irá julgar nova ação do PDT contra o ex-presidente Jair Bolsonaro, que o acusa de abuso político e econômico. Ex-presidente já foi condenado a ficar longe das eleições por 8 anos

 

Uma especialista em libras – linguagem por meio de gestos usada pelos deficientes auditivos – é o mais novo alvo do Tribunal Superior Eleitoral.  Elisângela Castelo Branco, uma colaboradora do  ex-presidente Jair Bolsonaro nas tradicionais lives de quinta-feira, será obrigada a depor à corte eleitoral. 

Isso porque o TSE acatou uma ação movida pelo PDT (Partido Democrático Trabalhista), que acusa Bolsonaro de abuso de poder público e econômico  em uma transmissão ao vivo feita diretamente do Palácio do Alvorada em setembro de 2022. Neste caso específico, Elisângela foi arrolada como testemunha. Ela também é suspeita de ter colaborado financeiramente com a produção.  

Na ação, o PDT (o mesmo partido do ministro de Lula, Carlos Lupi), questiona o uso de bens públicos pelo governo para a realização, “transmissão e gravação de um evento em caráter eleitoral”. 

Além de julgar o que foi pleiteado pelo PDT, o TSE investigará por meio do cruzamento de dados se há registro de doações financeiras feitas para a campanha de Bolsonaro.  A defesa do ex-presidente alega que a participação de Elisângela não foi remunerada. 

TSE já condenou Bolsonaro à inelegibilidade

Como o Paradoxo BR mostrou, Jair Bolsonaro já foi julgado culpado no caso da reunião com os embaixadores em julho de 2022. A sentença proferida pelo TSE deixou o ex-presidente inelegível por 8 anos.

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