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Saidinha de Natal: Flávio Bolsonaro acusa PT de sabotar projeto que extingue benefício

Saidinha

A Saidinha de Natal – benefício concedido anualmente a milhares de presos – permitiu que um criminoso reincidente agisse e tirasse a vida de um sargento da PM de Minas Gerais

O recesso parlamentar  termina apenas no início de fevereiro, mas a oposição decidiu interromper as férias para pressionar as lideranças do Congresso sobre a lei que permite aos presos saírem da cadeia nas festas de final de ano.

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) foi um dos parlamentares que reagiu após a morte do sargento da PM de Minas Gerais  Roger Dias da Cunha. Ele foi baleado na cabeça por Welbert de Souza Fagundes, um criminoso com 18 passagens pela polícia, liberado na Saidinha de Natal.

“A saidinha incentiva a fuga das cadeias e não ajuda a reintegração dos presos”, alertou Bolsonaro. “Já apresentei o relatório há meses, está pronto para ser votado, mas a base de apoio a Lula, principalmente senadores do PT, estão utilizando todos os artifícios regimentais para impedir a votação dele”, acusou.

Saidinha mortal: Presidente do Senado promete alterar lei

Na segunda-feira (8), o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG) disse que o Congresso iria promover “alterações na lei”, sem especificar qual projeto seria votado na Casa. 

“A legislação tem pretexto de ressocializar, mas serve como meio para a prática de mais crimes”, afirmou Pacheco.

 

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