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Relatório aponta que atual gestão da Abin tentou interferir nas investigações da PF

Abin

Documento produzido pela Polícia Federal revelou que a gestão da Abin, composta no governo Lula, afirmou que as investigações  comandadas a mando de Alexandre de Moraes tinham “fundo político”

Informações que vieram à tona após divulgação do relatório da Polícia Federal comandada pelo ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino (PSB-MA), apontam que a atual gestão da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) teria atuado em conluio com os investigados na Operação Vigilância Aproximada, que tem como alvo o atual deputado federal Alexandre Ramagem (PL-RJ)

No documento apresentado ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, os agentes da PF apontam ainda que esta interferência da agência “causou prejuízo à investigação em curso”.

Abin afirmou que investigações “têm fundo político” 

Segundo o relatório, o atual diretor-adjunto da Abin, Alessandro Moretti – nomeado na gestão de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) – teria aconselhado os alvos da investigação dizendo que o procedimento tem “fundo político e iria passar”. 

A fala, segundo a PF, aconteceu em 28 de março de 2023 na presença do delegado Luiz Fernando Corrêa, que viria a ser nomeado diretor-geral da Agência, em 30 de maio.

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