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Oposição portuguesa critica honraria à Janja e Lula volta a “atacar BC”

Oposição portuguesa critica honrarias a Janja

Oposição afirma ser “idiotice condecoração à Janja. Lula  volta a pressionar BC por juros mais baixos em evento empresarial

A passagem de Lula por Portugal voltou a gerar críticas dos partidos opositores ao governo de Marcelo Rebelo de Sousa.

Após o ‘presidente’ brasileiro e a primeira-dama Rosângela “Janja” Lula da Silva receberem, respectivamente, das mãos do presidente português as condecorações Grande Colar da Ordem de Camões e Grande Cruz da Ordem do Infante, o deputado André Ventura, do Chega, demonstrou seu descontentamento sobre as homenagens prestadas em suas redes sociais.

“A nossa idiotice e subserviência não têm limites!”, apontou Ventura. “Atribuir uma das ordens honoríficas mais importantes à mulher do Presidente brasileiro só porque sim? Qual foi o serviço enorme prestado à Nação?”, questionou.

De acordo com a tradição portuguesa, a Grande Cruz da Ordem do Infante é oferecida a “quem houver prestado serviços relevantes a Portugal, no País e no estrangeiro, assim como serviços na expansão da cultura portuguesa ou para conhecimento de Portugal, da sua História e dos seus valores”.

Oposição acompanha evento de Lula na cidade do Porto

Na manhã desta segunda-feira (24), o ‘presidente’ Luiz Inácio Lula da Silva (PT) discursou em um evento para empresários na cidade do Porto, onde retomou as críticas pesadas ao Banco Central e às privatizações. Na plateia, governistas e opositores acompanharam a fala do chefe de estado brasileiro.

“Nós temos um problema no Brasil, que Portugal não sei se tem. É que a nossa taxa de juros é muito alta. No Brasil, a taxa Selic, que é referencial, está em 13,75%. Ninguém toma dinheiro emprestado a 13,75%, ninguém. E não existe dinheiro mais barato”, criticou.

Já sobre as privatizações de companhias federais, Lula atacou as gestões de Michel Temer (MDB) e Jair Bolsonaro (PL), que teriam vendido estatais somente “para pagar juros da dívida pública”.

“Nos últimos seis anos, se vendeu muito patrimônio público”, apontou Lula. “Não para construir outro patrimônio ou outro ativo. Se vendeu para simplesmente pagar juros da dívida pública. Nos desfizemos do nosso patrimônio, nosso patrimônio ficou menor e a qualidade do serviço não melhorou”, acusou Lula, sem apresentar provas.

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