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No Dia Internacional da Mulher, Barroso volta a defender o aborto

Barroso

Discursando em universidade católica, Luís Roberto Barroso defendeu a prática do aborto em “prol da liberdade sexual e reprodutiva”

Quando o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso, palestrou em um evento do grupo Esfera na cidade de Paris, em outubro de 2023, o magistrado arrancou elogios do ex-presidente francês, Nicolás Sarkozy, por motivos distantes da esfera jurídica. 

Em tom irônico, Sarkozy afirmou que Barroso estava “pronto para uma nova presidência”, graças a um discurso de “orientação política”.

Nesta sexta-feira (8), as declarações políticas de Barroso voltaram com força total. Discursando em uma universidade supostamente católica no Dia Internacional da Mulher, o ministro optou mais uma vez por defender o aborto e consumo de drogas.

Em uma aula magna na PUC-RJ, Barroso disse ser favorável à descriminalização do aborto. A justificativa foi a preservação dos direitos da “liberdade sexual e reprodutiva das mulheres”. 

“Não se trata de defender o aborto: trata-se de enfrentar esse problema de uma forma mais inteligente do que a criminalização, porque prender a mulher não serve para nada”, afirmou.

Barroso ressalta defesa ao consumo de maconha

Luís Roberto Barroso também destacou o julgamento do porte de maconha para o consumo próprio, interrompido após pedido de vistas do ministro Dias Toffoli.

 “O Supremo está decidindo qual é a quantidade que distingue porte para consumo pessoal do tráfico, para que não seja a polícia que faça essa escolha. E quando ela faz essa escolha na Zona Sul do Rio, 100 gramas é porte, e na periferia, 10 gramas é tráfico. Portanto, é para acabar com a discriminação”, reiterou.

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