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Na ONU, Brasil omite terrorismo do Hamas e defende Palestina

Brasil

Na presidência do Conselho de Segurança da ONU, Brasil não condena Hamas e ainda clama pela criação de um estado Palestino

Dois dias após a reunião de emergência do Conselho de Segurança da ONU na sede da organização, em Nova York, o Ministério das Relações Exteriores divulgou a íntegra de seu pronunciamento sobre o massacre sofrido por Israel no último sábado (7).

Como presidente temporário do setor que media conflitos, o Brasil novamente reiterou ser contra os ataques a civis, mas sem condenar com veemência  o caráter terrorista do Hamas.

“Ao lamentar profundamente a perda de vidas, o Brasil condenou os ataques contra civis. Sublinhou que as partes devem se abster da violência contra civis e cumprir suas obrigações perante o direito internacional humanitário. O Brasil conclamou todos à máxima contenção para evitar uma escalada, com consequências imprevisíveis para a paz e a segurança internacional. Enfatizou ser urgente desbloquear o processo de paz”, pontuou.

Brasil defende estado palestino sem condenar Hamas

A exemplo da postura tomada sobre a invasão russa na Ucrânia, o Itamaraty se resguardou ao classificar a ação do Hamas como barbárie.  Em vez disso, preferiu clamar pela existência de um estado palestino. 

“Destacamos a necessidade de um Estado Palestino economicamente viável, convivendo em paz e segurança com Israel, dentro de fronteiras mutuamente acordadas e internacionalmente reconhecidas”, concluiu.

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