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Decisões monocráticas do STF atingem justiça comum e levam censura a humorista

Justiça Leo Lins

Justiça de São Paulo obriga Leo Lins a retirar do YouTube show com “discurso de ódio”. Humorista não pode se afastar por 10 dias da capital paulista

As decisões monocráticas observadas no STF ganharam jurisprudência na justiça comum – e contra um humorista. Em nova escalada da censura, o Tribunal de Justiça de São Paulo determinou nesta quarta-feira (16) a retirada do show “Perturbador” do canal do ator Léo Lins no YouTube.

A ordem judicial incluiu ainda uma série de medidas cautelares, como a que impede a saída de Lins da capital paulista por mais de dez dias.

https://www.youtube.com/channel/UCsVC1esYT6Fj5OHaE5Ys1cw

“Tive que remover o show em cinco dias”, explicou Léo Lins à Jovem Pan. “(Foi) por crimes de ódio e discriminação. Tenho que comparecer mensalmente em juizado para prestar esclarecimento das minhas atividades, é o que estou fazendo”, revelou.

“Estou proibido de manter, transmitir, divulgar, distribuir, encaminhar ou realizar o download de quaisquer arquivos de vídeo, imagem ou texto com conteúdo depreciativo ou humilhante”, completou o humorista.

Justiça seleciona “temas proibidos” em shows de Léo Lins

Segundo a juíza Gina Fonseca Correa, do Tribunal de  Justiça de São Paulo, Léo Lins não poderá mais fazer piadas com qualquer tipo de minoria, incluindo piadas raciais, com homossexuais, anões, idosos, mulheres e outros. A lista de proibições não inclui piadas contra homens.

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