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Governo Lula já prepara novo imposto para taxar as Big Techs

Receita

Secretário da Receita Federal afirmou que já há quatro estudos para taxar as big techs em atividade no país

A equipe econômica do governo federal já estuda pelo menos quatro formas para taxar as atividades das empresas de tecnologia no Brasil. A intenção principal é turbinar o aumento da arrecadação de receitas para tentar apaziguar o rombo fiscal de R$ 243 bilhões atingido em 2023.

Segundo o secretário da Receita Federal, Robinson Barreirinhas, a decisão de criar uma nova forma de tributar as big techs é um “caminho sem volta”.

“Não é uma discussão se a gente quer ou não quer fazer. Se não cobrarmos aqui o mínimo em relação ao resultado das big techs, a diferença vai ser cobrada no exterior”, declarou o secretário. Segundo a legislação brasileira, caso o novo imposto seja aprovado, ele só entraria em vigor a partir de 2025.

As opções de impostos para as big techs

Entre as opções estudadas pela equipe econômica de Lula, as favoritas para serem executadas pelo governo Lula são: a) pagamento pelo uso de rede de telefonia – o chamado fair share -, b) criação de uma contribuição para o jornalismo (que beneficiaria apenas as grandes empresas) c) cobrança de uma taxa de streaming por demanda e d) imposto sobre a renda que entraria na regulamentação da reforma tributária.

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