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Força Aérea dos EUA não deve ceder caças à Ucrânia, afirma governo americano

A Força Aérea dos Estados Unidos não deverá ceder caças de combate ao governo da Ucrânia – ao menos por enquanto – seguindo o exemplo de países como Eslováquia e Polônia.

A informação foi divulgada nesta quarta-feira (22) por Vedant Patel, porta-voz assistente do Departamento de Estado norte-americano.

Patel afirmou, durante coletiva de imprensa, que a ação dos membros da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) “não deve alterar as decisões dos Estados Unidos” em relação à guerra entre Rússia e Ucrânia.
“Isso não muda nossa posição. O Secretário de Estado Antony Blinken já havia comentado sobre esta situação na guerra”, apontou Patel, que citou as decisões de Polônia e Eslováquia como “soberanas”.

“A transferência de equipamento militar é uma decisão soberana de um país de forma consistente com suas obrigações internacionais”, comentou o porta-voz. “A Polônia e a Eslováquia têm fornecido uma quantidade significativa de assistência à Ucrânia, assim como mais de 50 nações ao redor do mundo ao lado dos Estados Unidos”, complementou Patel.

“Você ouviu o presidente e os líderes do Pentágono serem bastante claros: os F-16 da Força Aérea não são algo que estamos considerando agora. Temos nos concentrado em enviar à Ucrânia o que eles precisam para ter sucesso em cada fase desta guerra, como temos feito consistentemente desde antes de fevereiro do ano passado. No momento, nosso foco está nas capacidades de defesa aérea e nas armas e equipamentos necessários para atingir o solo”, explicou o representante do Departamento de Estado.

Força Aérea a serviço da Ucrânia: piloto aposentado se oferece para combater

Enquanto a USAF (Força Aérea dos Estados Unidos) afirmou oficialmente que não cederá aviões de combate à Ucrânia, um piloto aposentado declarou estar pronto para defender o país europeu contra o poderio de Vladimir Putin.

A declaração foi dada por Dan Hampton, um tenente-coronel aposentado conhecido como um dos mais “mortais” pilotos de F-16 dos Estados Unidos.

Em entrevista à Voice of America, Hampton – um piloto com participações nas guerras da Bósnia, Iraque e Golfo – disse estar pronto para voltar à ação.

“Eu diria que o F-16 pode fazer uma grande diferença na guerra, mas também depende dos pilotos”, apontou Hampton. “Não sou contra os pilotos ucranianos, eles são ótimos pilotos, mas este é um tipo de caça moderno muito diferente do que eles estão acostumados. E eles seriam os primeiros a admitir, acho que leva um pouco de tempo para treinar e se acostumar e dominar um novo tipo de aeronave, especialmente uma tão avançada quanto o F-16”, afirmou o “piloto voluntário”.

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