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Fake News: Deputado desmente que sua proposta extinguiria leis trabalhistas

Fake news desmentida. O deputado federal Luiz Philippe de Orleans e Bragança (PL-SP) usou suas redes sociais nesta quinta-feira (16) para desmentir notícias veiculadas na mídia sobre o conteúdo da PEC apresentada por ele para a reforma do Judiciário.

Durante participação em um programa de entrevistas da Band News, o parlamentar monarquista rebateu a acusação de que uma eventual extinção da Justiça do Trabalho acabaria com os direitos dos trabalhadores.

“Primeiro, há um erro gravíssimo de interpretação”, aponta Luiz Philippe. “Não é a extinção dos direitos do trabalhador e das leis trabalhistas. Ela incorporaria a outras partes do judiciário. Nós temos o Ministério Público, a primeira instância… não vejo motivo ter “monolitos” de espacialização, quando qualquer juiz poderia julgar causas trabalhistas – e até eleitorais”, explica. “Essa é a má interpretação que a mídia está fazendo”, explicou Luiz Philippe de Orleans e Bragança.

Fake news: deputado aponta que PEC visa modernizar o judiciário

Após esclarecer que a PEC de reforma do judiciário não extinguiria os direitos do trabalhador brasileiro, Luiz Philippe ratificou que a proposta de emenda à constituição “não se resume à justiça do trabalho”.

“Estamos modernizando o poder judiciário para que não fique com esses ‘cartéis de especialização’, que criam classes e privilégios diferentes para que a população possa valorizar o judiciário”, alerta o deputado.

“Lembrando que a reforma do judiciário não é só isso. É o STJ, o STF…grandes alterações precisam ser feitas para modernizar e valorizar os juízes. Nós temos hoje uma ‘porta dos fundos’ para um poder ditatorial, que é o STF. Os juízes brasileiros deveriam abraçar essa proposta, porque só eles poderiam ser nomeados ao STF”, concluiu.

Conforme mostrou o Paradoxo BR,  o deputado Luiz Philippe de Orleans e Bragança articula na Câmara uma PEC que prevê diversas alterações no poder judiciário. Entre elas, alterações nos mandatos dos ministros do STF.

 

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