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Em entrevista, Boulos ataca Nunes, culpa prefeito pela crise e promete “tarifa zero” em SP

Boulos

Boulos tenta largar na frente e faz promessa “impossível” de campanha

O pré-candidato à prefeitura de Sâo Paulo, deputado federal Guilherme Boulos (PSOL), acusou a gestão do prefeito Ricardo Nunes – que herdou o cargo após o falecimento de Bruno Covas – de ser responsável pelo aumento da população de rua durante a pandemia. O líder do MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem Teto), entretanto, foi um defensor contumaz do “fique em casa” em 2020 e 2021 – ano em que a crise econômica gerada pela crise sanitária se agravou.

Um exemplo de sua política favorável ao lockdown – e contra as liberdades individuais do comércio – foi dado por Boulos às vésperas da eleição de 2020, quando o parlamentar disputou o segundo turno contra Covas.

“Na semana passada, nas vésperas das eleições, a Prefeitura ficou cinco dias sem atualizar os números da Covid”, acusou Boulos. “Agora o governo do estado, que é liderado pelo padrinho político do Bruno Covas, o Doria, disse que só vai fazer a reavaliação Plano SP no dia 30 de novembro. Um dia após as eleições. O tema da pandemia tem que ser tratado com responsabilidade, não por conveniências políticas e eleitorais. Essa é a preocupação que nós temos. E essa preocupação vai muito além de uma agenda de campanha. É a preocupação com a vida das pessoas na cidade”, reiterou.

Boulos e a promessa de tarifa zero

Ainda, na entrevista concedida à Jovem Pan, Guilherme Boulos decidiu partir para o tudo ou nada. Em caso de vitória nas eleições, com Marta Suplicy (PT) como vice, o psolista disse que garantirá “tarifa zero” para os usuários do sistema de transporte público da capital paulista.

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