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Em débito com o Brasil, Argentina fecha acordo comercial com ajuda de Lula

massa

O governo Lula confirmou que o Brasil ajudará a Argentina a garantir a compra de produtos agrícolas brasileiros. O total previsto no acordo fechado na segunda-feira (28) é de US$ 600 milhões

 

O ministério da Fazenda confirmou a assinatura de um acordo no setor de comércio exterior que prevê o equivalente a US$ 600 milhões em vendas de alimentos para o governo argentino. Em forte crise econômica há mais de dois anos, os argentinos contarão com suporte do Banco do Brasil – que será o fiador dos produtores agrícolas – e do Banco de Desenvolvimento da América Latina e Caribe (CAF).

O acerto entre os países ainda precisará de aprovação do  conselho gestor do CAF em reunião marcada para 14 de setembro.

O anúncio da parceria aconteceu logo após o encontro entre o ministro da Economia da Argentina e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), ocorrido no final da tarde de segunda-feira (28).  O aval do negócio, segundo Massa, será feito na moeda chinesa, o yuan. Atualmente, as reservas em dólar do país do país estão escassas, impossibilitando negócios de grande proporção.  

“A proposta tinha sido bem recebida na Argentina, mas de sexta para cá, o CAF entrou, em virtude de uma vantagem. Como a Argentina dispõe de reservas em yuan para garantir exportações brasileiras, oficialmente as reservas da Argentina diminuem. Com o CAF, a Argentina não precisa abrir mão dessas reservas para garantir exportações”, explicou Haddad.

Argentina acumula dívidas com o Brasil

Embora tenha obtido sucesso ao fechar mais uma parceria com o Brasil, vale destacar que o governo de Alberto Fernández ainda tem débitos com nosso país, Um deles está na casa dos R$ 50 milhões, referentes a não quitação de dívidas com a Casa da Moeda Brasileira.

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