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Direita mantém poder no Equador e faz “esquenta” para eleições na Argentina

Direita

Vitória da direita com Daniel Noboa manteve o poder da direita no país por mais quatro anos. O resultado pode servir como prévia para o avanço conservador com as eleições na Argentina, no próximo domingo

Apesar do domínio ser ainda da extrema-esquerda da América do Sul, a vitória de Daniel Noboa do partido Ação Democrática nas eleições presidenciais do Equador representou a manutenção da direita no comando do país.

Além de derrotar nas urnas a rival do partido Revolução Cidadã, Luisa González, o novo chefe do executivo equatoriano (o mais jovem da história, com 35 anos) aplicou um revés ao “Correismo” – movimento liderado por Rafael Correa, que governou o país entre 2007 e 2017. 

Condenado a 8 anos de prisão em 2022, Correa conseguiu deixar o país antes da sentença e hoje vive em exílio na Bélgica.

Direita pode ampliar domínio com eleições na Argentina

A vitória do Equador do empresário Daniel Noboa com mais de 52% do total de votos válidos deve garantir a presença liberal/conservadora no poder por mais quatro anos. Noboa substituirá na presidência o também direitista Guillermo Lasso.

O avanço da direita, entretanto, poderá ser ainda mais efetivo na disputa pela presidência da Argentina. Apesar do uso da máquina pública pelo atual ministro e candidato da situação, Sergio Massa, as pesquisas mostram Javier Milei como o maior favorito a assumir a Casa Rosada em 2024. As eleições na Argentina acontecem no próximo domingo (22).

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