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“Cultura Woke”: entre a falta de criatividade e a vontade de reescrever os clássicos

Cultura Woke: como essa “praga” surgida nos Estados Unidos é uma ameaça ao surgimento de novas produções de sucesso em Hollywood. O que estará por trás da lacração?

Os filmes e séries produzidos pelos maiores estúdios de Hollywood têm um ponto em comum: a maioria deles tenta reescrever os textos que fizeram sucesso e geraram bilhões aos cofres de seus criadores. Pior: a falta de criatividade dos roteiristas e a cultura woke – no Brasil, conhecida como ‘lacração’ – tem impedido que novos personagens e histórias conquistem seu público por mérito.

Exemplos não faltam. A mais nova releitura de “Branca de Neve e os Sete Anões” – agora na forma de live action – produzida pela Disney, é forte candidata ao recorde de incongruências.
A personagem Branca de Neve – por ter pele branca como a neve, evidente – não terá mais as mesmas características físicas. Ela será interpretada pela ótima atriz Rachel Zangler, do remake de “West Side Story” – ou “Amor, Sublime Amor”.

Além disso, o desastre maior será a eliminação dos sete anões, para que “não haja ofensa” contra pessoas com esse tipo físico. Em justificativa, a Disney apontou que substituirá Feliz, Dunga, Zangado e cia por “criaturas mágicas”. O filme deve estrear em 2024. Até lá, não mudanças não podem ser descartadas.

A falta de criatividade da Disney irá passear pelas telas com outra revisão de uma de suas maiores animações. Porém, sai “Peter Pan” e entra “Peter Pan e Wendy”, que notoriamente terá a garota como protagonista, deixando de lado o antigo.

As substituições continuam. Deixam a tela os Lost Boys (Garotos perdidos) que serão trocados por garotas perdidos, sem qualquer justificativa aparente. Peter Pan & Wendy estreou nesta semana no Disney Plus.

Não há nada de mal em termos protagonistas latinas ou que garotos perdidos deem lugares para garotas. O ponto é a vontade quase incontrolável de reescrever a história – e a incapacidade de criar novos títulos que sejam atraentes para o público.

Enquanto isso, Super Mario Bros – o Filme se aproxima de US$ 1 bilhão nas bilheterias – e a animação sequer estreou no Japão, terra da Nintendo
Go woke, go broke, já diz o ditado.

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