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Crise em bancos dos EUA ‘não deve atingir Brasil’, afirma Haddad

Crise Haddad

Crise financeira à vista? O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou nesta segunda-feira (13) durante live promovida pelo Valor Econômico/O Globo que o Brasil “está descolado” de uma eventual crise gerada pela quebra de dois bancos nos EUA: o Signature Bank e o Silicon Valley Bank.

Segundo apontam economistas, a falência das instituições poderia “infectar” as demais economias do planeta, e obrigar os bancos centrais a aumentar a taxa de juros básica.

Ao ser perguntado sobre a incerteza da atual conjuntura internacional, o ministro petista afirmou que o Silicon Valley “é um banco regional,” com carteira “descasada” do restante do sistema financeiro.

“Aparentemente, não vai gerar crise sistêmica. Não vi ninguém tratar como (o caso) Lehman Brothers”, apontou Haddad, que alertou sobre a urgência de se aprovar uma reforma tributária no Brasil até outubro.

Crise deve levar Banco Central avaliar medidas, diz Haddad

Em meio à guerra com o presidente do Banco Central brasileiro, Roberto Campos Neto, Fernando Haddad comentou que o BC deverá analisar a situação, após atuação do Federal Reserve (o BC norte-americano) no caso das falências.

“Isso não está claro ainda, vamos acompanhar ao longo do dia. Eu e Galípolo [secretário-executivo da pasta], que também veio do sistema financeiro, estamos em sintonia fina com os bancos brasileiros. Falei com dois banqueiros hoje, e com o BC”, declarou.

Apesar das incertezas, o ministro o ministro petista disse que as tensões não devem conter um eventual processo de corte do juro básico no Brasil, atualmente em 13,75% ao ano.

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