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CPI do MST poderá ser instalada até sexta-feira, afirma Arthur Lira

Reforma Lira

CPI do MST e apurações sobre suas lideranças entraram na mira do Congresso

O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), admitiu que a comissão parlamentar de inquérito criada para investigar as ações do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) deverá ser instalada ainda nesta semana. Além da Frente Parlamentar da Agropecuária, a CPI conta com apoio da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil.

“Ela deve ser instalada essa semana na Câmara. Outras CPIs poderão ser instaladas na Câmara também – nós temos uma fila de quatro. Mas elas funcionarão no terreno e ambiente próprio delas. O plenário tem que voltar a funcionar, e vai funcionar com tranquilidade a partir dessa semana”, afirmou Lira.

A fila citada por Lira inclui a intenção de abrir uma CPI das Lojas Americanas – que pediu recuperação judicial – e outra CPI para investigar supostas irregularidades em sites de apostas esportivas. Segundo o presidente da Câmara, três leituras de requerimentos devem acontecer até sexta-feira.

“Vamos trabalhar muito para que a CPI ou as CPIs que possam ser instaladas…e que elas não atrapalhem o curso das votações”, ponderou o deputado alagoano.

CPI do MST na linha de frente: deputado do PL quer explicações sobre Stédile

Em outra nota sobre o MST, o deputado federal Rodolfo Nogueira (PL-MS) apresentou um Requerimento de Informação à Mesa Diretora da Câmara para que o Palácio do Planalto explique a ida do líder do movimento, João Pedro Stédile à China, a convite do presidente Lula.

No requerimento, Rodolfo Nogueira cita que a presença de Stédile “pode causar prejuízos à imagem do Brasil no exterior”.

“A participação do líder do MST em uma viagem oficial do presidente pode prejudicar a reputação do Brasil no cenário internacional, uma vez que pode ser interpretada como uma demonstração de desrespeito à legalidade e aos direitos fundamentais”, apontou o deputado do PL.

“Isso pode gerar críticas e retaliações por parte de outros países, afetando negativamente a imagem do Brasil e suas relações diplomáticas.”, explicou.

Durante a estadia da comitiva na China, Stédile reafirmou que as invasões do MST iriam acontecer durante todo mês vigente, o qual ficou conhecido como “Abril Vermelho”.

Após a declaração, a Frente Parlamentar da Agropecuária, a qual Nogueira compõe a diretoria, entrou com o pedido de prisão do comandante do MST.

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