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Covid-19: Cientistas que ajudaram Pfizer a lucrar bilhões levam o Nobel 2023

Ditadura sanitária

 Covid-19 “premiado”. Somente em 2022, os lucros da Pfizer – principal desenvolvedora da vacina por RNA mensageiro – lucrou US$ 100 bilhões, sendo US$ 38 bi apenas com a venda dos imunizantes

 

Os cientistas que descobriram o caminho para desenvolver vacinas à base de “RNA mensageiro” contra a covid-19 serão agraciados com o Prêmio Nobel de Medicina 2023. O anúncio oficial aconteceu nesta segunda-feira (2).

Segundo a fundação que organiza o evento – e que leva o nome do pesquisador Alfred Nobel – a bioquímica húngara Katalin Karikó e o médico norte-americano Drew Weissman irão dividir um prêmio equivalente a R$ 5 milhões, além de receber, cada um, uma medalha de ouro de 18 quilates. A cerimônia de premiação acontecerá em 10 de dezembro em Estocolmo, na Suécia.

Vacina contra Covid-19 fez Pfizer lucrar US$ 100 bi em 2022

Segundo a Pfizer – empresa farmacêutica que mais lucrou com a venda de vacinas contra covid-19 – o funcionamento do imunizante por RNA mensageiro se difere dos demais tipos de vacinas existentes. Ao invés de inserir o vírus  inativo no organismo de uma pessoa, esse novo imunizante ensina as células a sintetizar uma proteína que estimula a resposta imunológica do corpo.

Somente em 2022, a Pfizer obteve um lucro de R$ 100 bilhões graças às exportações da vacina com RNA mensageiro. Ao todo, a companhia germano-americana vendeu o equivalente a US$ 38 bilhões em doses do imunizante – alta de 3% sobre 2021. 

 

Conforme o Paradoxo BR mostrou, estudos apontam que os imunizantes com RNA mensageiro podem causar problemas cardíacos nos pacientes.

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