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Com Macron, Lula defende demarcações de terra e volta a atacar o agronegócio

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Lula x Agro: presidente ouve reclamação contra construção da ferrovia Ferrogrão e ataca “latifundiários”

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltou a seguir o “evangelho” da União Europeia e culpou o agronegócio pela queda da demarcação de terras indígenas no Brasil. A declaração aconteceu na quarta-feira (27) em um evento realizado na Ilha do Combu, próxima a Belém, no Pará, com a presença do presidente da França, Emmanuel Macron.

“Os conservadores, os latifundiários brasileiros costumam dizer que o povo indígena já tem muita terra no Brasil, já tem 14% do território demarcado (…)14% é pouco diante do que eles precisam ter para manter seu jeito de viver”, reclamou.

Lula x Agro: Raoni ataca construção da Ferrogrão

Após a condecoração do líder indígena Raoni Metuktire, Lula ouviu um novo apelo para que o governo não permita continuar com o projeto de construção da ferrovia EF-170, conhecida como Ferrogrão. As obras, reiniciadas no governo Bolsonaro, têm como objetivo facilitar a escoação da soja da cidade de Sinop, no Mato Grosso, ao rio Amazonas.

“Presidente Lula, me escute. Eu subi com você a rampa do Palácio do Planalto, na posse e eu quero pedir que vocês não aprovem o projeto de construção da ferrovia Sinop, mais conhecida como Ferrogrão”, clamou Raoni.

A construção do Ferrogrão foi paralisada em 2021 por decisão do ministro e relator da disputa no Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes. Em março, o PSOL  – atendendo a solicitação de grupos indígenas – reforçou o pedido de congelar os trabalhos.

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