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Caso Marielle: Delação premiada de autor do crime põe fim em narrativa

Marielle

Segundo reportagem do The Intercept, o mandante do crime contra Marielle teria sido Domingos Brazão, um rival de Marcelo Freixo nos tempos de Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro

Após quase seis anos desde o assassinato da vereadora carioca Marielle Franco (PSOL), o autor confesso do crime, o ex-policial militar, Ronnie Lessa afirmou à Polícia Federal que o mandante do crime teria sido o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TCE-RJ) Domingos Brazão. 

A informação foi divulgada pelo The Intercept Brasil, e extraída de parte do acordo firmado entre Lessa e o Superior Tribunal de Justiça. Na ocasião do crime, em 14 de março de 2018, a então vereadora e seu motorista, Anderson Gomes, foram mortos com tiros à queima-roupa.

De acordo com as informações vazadas para a imprensa, o atentado teria ocorrido por motivo de vingança contra o atual presidente da Embratur e na época deputado estadual pelo PSOL, Marcelo Freixo. Marielle foi assessora de Freixo por 10 anos.

Freixo acusou Bolsonaro de interferir nas investigações do caso Marielle

Embora a delação coloque Domingos Brazão no caminho de Marcelo Freixo, o ex-deputado chegou a acusar o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) de tentar atrapalhar as investigações.

“Bolsonaro está interferindo na Polícia Federal, principalmente na superintendência do RJ”, acusou Freixo, sem provas. “Federalizar as investigações do caso Marielle e Anderson neste momento comprometerá a credibilidade das apurações, que interessam diretamente à família do presidente”, acrescentou.

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