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BNDES promete investir R$ 100 milhões em “questões de gênero e raça” na B3

BNDES

BNDES quer largar apenas “investimentos rentáveis” para aplicar em ESG

O fim dos investimentos pela “simples rentabildade” está cada vez mais próximo. O BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) aprovou nesta semana o aporte de R$ 100 milhões em empresas com capital na B3 – a bolsa de valores de São Paulo –  que se dedicarem a promover práticas que priorizem a promoção de questões de “gênero e raça”.  A primeira etapa desse investimento será de R$ 37 milhões no Banco do Brasil, com o restante aplicado até outubro deste ano.

Na visão da diretora de Mercado de Capitais e Finanças Sustentáveis. Natália Dias, os tempos da simples e objetiva busca por rentabilidade “não existem mais”.

“A retomada do BNDESPAR  não deve ser apenas direcionada à busca pura e simples de rentabilidade financeira, mas que leve em consideração a realização de instrumentos sustentáveis e responsáveis”, observou Dias, destacando que o Índice ‘sustentável’ da B3 rendeu 24,8% em 2023.

BNDES quer investir mais em ESG

A opinião de Natália Dias é  compartilhada pela vice-presidente de Pessoas e ESG da B3, Ana Buchaim, que destaca as “boas práticas de ESG (Environmental Social and Governance) – a chamada gestão ambiental social e corporativa, em tradução livre para o português

 “O índice traz mais transparência às boas práticas ESG, ajuda a elevar a diversidade de forma consistente nas empresas, além de oferecer para o investidor, em especial para a pessoa física, a oportunidade de aplicar em um produto que esteja adequado aos seus valores”, reitera

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