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BC atualiza informações sobre o Drex, o “real digital”

Drex BC

Desenvolvido pelo Banco Central do Brasil, o Drex deve entrar em circulação a partir do fim de 2024. De acordo com a instituição, o real digital não irá substituir o papel-moeda, muito menos as operações em Pix

 

O Banco Central brasileiro apresentou nesta semana mais detalhes sobre o Drex – o nome da versão digital do real, que deve começar a ser usado entre o fim de 2024 e início de 2025 no país.

De acordo com a instituição, a implantação do projeto-piloto do novo formato da moeda brasileira sofreu um atraso de 90 dias, em virtude de entraves na LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados).

Segundo Fábio Araújo, que coordena o projeto, o Drex não substituirá o papel-moeda, muito menos o Pix, que continuará a ser aceito normalmente. A função do Drex será facilitar as transações financeiras e dar mais segurança “por meio de carteiras digitais e contratos inteligentes”.

“A gente espera que o real digital permita que os produtos  sejam ofertados em maior variedade e direto na necessidade da pessoa, conversando com Open Finance para acessar outros serviços e a custos mais baratos”, explicou o técnico do BC.

Drex poderá ser operado nos sites de cada banco

O Banco Central esclareceu ainda que todas as operações em Drex serão feitas normalmente pelo site ou aplicativo de cada banco. Desta forma, não haverá necessidade do download de apps especiais.

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