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Arthur Lira acusa big techs de “campanha de desinformação” contra PL da Censura

Arthur Lira x Big Techs

Arthur Lira quer investigar Google e  Telegram por se manifestarem contrariamente ao PL 2630. Alexandre de Moraes acusa empresas de interferência nas eleições

O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL) entrou com uma ação na Procuradoria-Geral da República para que Google e Telegram sejam investigados por “contundente e abusiva ação” contra a aprovação do PL 2630/2020 – conhecido como o PL da Censura. O pedido de Lira foi encaminhado ao Supremo Tribunal Federal (STF) nesta quinta-feira.

Em sua acusação, Arthur Lira argumenta que as empresas de tecnologia motivaram seus usuários a “pressionarem os congressistas e promoverem “campanha de desinformação”.

Na esteira da denúncia feita por Arthur Lira, o ministro e relator do Inquérito das Fake News no Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, afirmou que os executivos das big techs serão enquadrados, pois seriam os responsáveis pelos problemas nas eleições. Moraes também é presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

“No Brasil nós demonstramos que não há terra sem lei. As plataformas, as big techs, as milícias digitais foram enquadradas, serão penalizadas, serão responsabilizadas, porque isso é garantir a liberdade do eleitor de votar”, afirmou Moraes.

Arthur Lira e Moraes: bastidores de Brasília

Informações de bastidores apuradas após a ação contra o Telegram revelaram que membros do Ministério Público Federal ficaram incomodados com a ação autoritária de Alexandre de Moraes. Segundo o UOL, a ordem para que o Telegram se retratasse não teria base legal. Além disso, sua decisão foi de ofício. Isto é, sem a participação de investigadores.

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