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Amazônia em chamas: Com Lula, focos de incêndio aumentam 100% em 2023

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S.O.S Amazônia. Pior onda de queimadas na região faz defensoria pública pedir intervenção no estado do Amazonas. Queimadas na floresta dobrou em comparação a 2022

 

A Defensoria Pública do Estado do Amazonas  encaminhou à Procuradoria-Geral da República (PGR) um pedido de intervenção federal no estado. A solicitação acontece após a pior onda de queimadas na região em 25 anos, totalizando mais de 17 mil focos de incêndio. Na representação, o órgão pede para que o Supremo Tribunal Federal (STF) avalie a situação como violação constitucional.

O diretor do Departamento de Emergências em Saúde Pública, Márcio Henrique de Oliveira Garcia, afirmou que a população de Manaus corre riscos graves de problemas respiratórios. Na semana passada, a capital amazonense foi coberta por uma nuvem de poluição por quase 48 horas.

Amazônia em chamas: ministra coloca a culpa nos agricultores

O problema das queimadas na Amazônia teve início no meio de agosto, colocando o estado do Amazonas em 1º lugar no ranking do Programa Queimadas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Esta foi a primeira vez em 13 anos que esta unidade da federação ocupou a posição entre os piores estados do país.

Segundo o Inpe, até o momento foram detectados 17 mil queimadas, somente no Amazonas. O número apurado até 16/10 representa alta de quase 100% em comparação ao mesmo período de 2022.

Sem apresentar provas, a ministra do Meio Ambiente do governo Lula, Marina Silva, colocou a culpa nos agricultores e criadores de gado. Segundo ela, os incêndios criminosos são causados por donos de fazendas  que preparam o solo para o cultivo após o desmatamento.

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