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Acusado de “fascista”, agro nacional salvou a pele da economia em 2023

Agro

Crescimento do agro fez PIB chegar a 3% em 2023, e expõe desequilíbrio em relação a outros setores mais fracos da economia

Pesquisa divulgada nesta semana pela FGV apontou que o agronegócio nacional repetiu o desempenho em 2022, e voltou a ser o principal responsável pelo crescimento do Produto Interno Bruto Nacional no ano passado em quase 3%.

Segundo levantamento do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (Ibre), a produção agropecuária registrou alta de 15,8%, influenciando em 30% da composição do PIB brasileiro no ano passado.

Crescimento do agro expõe desequilíbrio econômico do Brasil

Além do crescimento do setor, a alta nas exportações do agro também foram definitivas para o desenvolvimento econômico. Segundo a FGV, as vendas para o exterior subiram 25,3% em relação a 2022.  A Indústria extrativa mineral também foi outro destaque do comércio exterior, com alta de 16,7% alavancada pelas vendas de ferro e petróleo para clientes internacionais.

Segundo a coordenadora do estudo, Juliana Trace, a superioridade do desempenho do agro frente aos outros segmentos produtivo reforça  a tese que comprova o desequilíbrio econômico do Brasil.

“Esse contexto mostra forte concentração setorial e regional e evidencia que o crescimento econômico não foi sentido de modo uniforme no país”, reiterou a pesquisadora.

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