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8 de Janeiro: Anderson Torres é inocentado por falta de provas

Anderson

Parecer do MPF manda arquivar investigação contra o ex-ministro de Bolsonaro, Anderson Torres – que ficou preso durante 4 meses por ordem do STF

Por falta de provas,Ministério Público Federal (MPF) decidiu arquivar o inquérito envolvendo o ex-ministro da Justiça e Segurança Pública do governo Bolsonaro, Anderson Torres na esfera da justiça Civil.  

A decisão – proferida pelo procurador Carlos Henrique Martins Lima – destacou a ausência de evidências da participação de Torres – então secretário de segurança do Distrito Federal – em uma eventual facilitação aos atos de 8 de janeiro de 2023.

Ao saber do arquivamento, o ex-presidente Jair Bolsonaro se manifestou nas redes sociais. “Quem vai reparar toda a injustiça que foi feita contra o Anderson?”, questionou.

No período em que esteve detido em regime de prisão temporária, Anderson Torres chegou a perder o salário recebido como delegado da Polícia Federal, além de ter sido forçado a devolver R$ 120 mil de seus ganhos na corporação. 

Anderson Torres ficou preso durante quase 4 meses em batalhão da PM

Como o Paradoxo BR mostrou, Anderson Torres permaneceu na cadeia de um batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal durante quase 120 dias. A autorização para deixar a cadeira foi autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes (STF) em 11 de maio, sob a condição de uso de tornozeleira eletrônica e outras medidas cautelares que restringiram a liberdade do ex-ministro da Justiça do governo Bolsonaro. 

Em seu parecer, Moraes justificou a necessidade do tempo de cárcere:

“No presente momento da investigação criminal, as razões para a manutenção da prisão de Torres cessaram, pois a necessária compatibilização entre a Justiça Penal e o direito de liberdade demonstra que a eficácia da prisão preventiva já alcançou sua finalidade”.

Embora Moraes tenha destacado  “a necessidade” da prisão de Torres, a Procuradoria-Geral da República havia emitido em 17 de abril uma decisão favorável à sua libertação mediante ao cumprimento de medidas cautelares.

Em 17 de abril, a Procuradoria-Geral da República (PGR) já havia manifestado a decisão pela libertação de Anderson Torres, com a condição de que o ex-ministro de Bolsonaro fosse obrigado a cumprir medidas cautelares.

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